June 14th, 2008 / No Comments » / by admin
Grand Theft Auto 4 foi sem dúvida o jogo mais aguardado do ano. Foi também o jogo mais aguardado do século e provavelmente de toda a história dos videojogos. Não há série que bata em mediatismo o GTA, que se tornou no produto de entretenimento com o lançamento mais lucrativo de sempre, à frente de todos os outros jogos, filmes, livros e álbuns. Podíamos portanto passar horas a discutir este fenómeno, que ainda por cima está sempre associado a fortes polémicas devido à sua violência. Mas vamos deixar todo o hype de lado e analisar o jogo pelo jogo.

Para quem esteve em coma nos últimos 10 anos e nunca jogou os últimos capítulos da série GTA, estes jogos criaram o conceito de “sandbox” - um mundo virtual onde podemos fazer tudo aquilo que nos apetece, quando nos apetece. E grande parte dessa liberdade passa por guiar carros que não nos pertencem, matar pessoas e fugir à polícia. Além disso, cada Grand Theft Auto tem a sua história, que se desenrola na forma de missões. Esta estrutura mantém-se em GTA IV, com as vantagens e desvantagens que isso implica.
Desta vez o personagem principal é Niko Bellic, e a cidade que a Rockstar nos oferece é Liberty City, uma réplica fabulosa de New York City. Niko é um ex-combatente de um país de leste que chegou aos Estados Unidos em busca do sonho americano. O seu primo Roman iludiu-o com promessas de dinheiro, carros desportivos e resmas de mulheres. A realidade no entanto é bem diferente…
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April 6th, 2008 / No Comments » / by admin
Lost Planet é um jogo de acção da CAPCOM e tem bastante em comum com o excelente Devil May Cry 4. Logo para começar temos a instalação no disco rigido, e desta vez demora 13 minutos e não oferece nada para ajudar a passar o tempo. A boa notícia é que durante o jogo não há loadings. Assim vale a pena instalar os jogos.
A história de Lost Planet não é das melhores. Num futuro distante a humanidade começou a colonizar outros planetas, mas nem tudo está a correr bem. Num planeta gelado existe uma espécie alienígena de insectos gigantes (os Akrid) que estão a resistir. Os aliens têm uma enorme fonte de energia dentro deles, e os humanos adoram fontes de energia. Portanto decidiram construir armas capazes de derrotar os Akrid e roubar-lhes a energia.

Neste planeta está sempre a nevar.
Jogamos na pele de Wayne, um soldado que assiste à morte do pai numa batalha com o poderoso Green Eye, logo no início do jogo. Nessa altura só podemos fugir, mas a vingança serve-se fria. Depois disso a história deixa de fazer qualquer sentido e as longas cenas intermédias são um desperdício de tempo. Felizmente não é preciso uma boa história para apreciar um jogo de acção.
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April 3rd, 2008 / No Comments » / by admin
É um jogo? É uma demo? Não é nada disso? Gran Turismo 5 Prologue é a prequela do futuro GT5, mas é promovido e vendido como um jogo normal. Se qualquer outro jogo tentasse fazer isto, seria crucificado, mas Gran Turismo não é um jogo qualquer. Com quase 50 milhões de unidades vendidas na sua história, Gran Turismo continua exclusivo na PlayStation e é a sua série mais vendida de sempre. A Polyphony Digital tem uma legião de fans que são capazes de comprar uma consola nova apenas para jogar o novo GT, ou até o Prologue.

Ferrari F40 - Um dos melhores automóveis de sempre!
No GT5 Prologue encontramos 71 automóveis extremamente detalhados. Apesar de se esperarem centenas de carros no jogo completo, 71 é mais do que muitos jogos oferecem. E se considerarmos o nível de detalhe e realismo dos automóveis, temos boas razões para ficar satisfeitos com o Prologue. Pela primeira vez a Ferrari está presente num Gran Turismo, logo com 5 bólides. A Polyphony conseguiu reproduzir com brilhantismo tudo sobre cada carro: o aspecto, o som e o comportamento. Por vezes pegamos num carro novo e parece que estamos a jogar um jogo completamente diferente! Os interiores dos carros são fantásticos e a nova câmara no cockpit dá-nos uma visão magnifica.
Antes de ficarem muito excitados com os automóveis disponíveis, devem saber que eles custam créditos. Começamos o jogo com 35 mil, o suficiente para comprar um Mazda RX8 ou um Honda Integra, mas um Ferrari custa muito mais. O objectivo máximo é o carro de Formula 1, que custa “apenas” 2 milhões de créditos. Comprar carros novos torna-se numa obssessão, mas para ganhar créditos vamos ter que repetir os mesmos eventos vezes sem conta. Podemos vender os carros, mas não esperem bons negócios. Aparentemente o valor de carros de corrida usados é bastante baixo.
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Posted in: Simuladores Automóveis
March 31st, 2008 / No Comments » / by admin
Toda a gente gosta de Karaoke, certo? O SingStar na PlayStation 2 foi um enorme sucesso, e era uma questão de tempo até a Sony lançar finalmente a versão para a PS3. Devido à nova SingStore e às complexidades do licenciamento das músicas, alguns países tiveram que esperar bastante por este jogo. Agora que o SingStar já chegou a Portugal a festa pode começar!
O conceito do jogo é muito simples. Passam vídeos de Karaoke e nós ganhamos pontos cada vez que cantamos no tom certo e na altura certa. As barras coloridas no ecrã são indicadores visuais daquilo que temos que fazer. Podemos cantar a solo, mas a diversão aumenta exponencialmente se adicionarmos alguns amigos e cervejas. Tudo o que fez do SingStar um fenómeno na PS2 está presente, mas com um visual de nova geração.
O modo single-player é a melhor maneira de atingir excelentes resultados e aprender a cantar cada música. Mas o verdadeiro desafio está no multi-player. Em modo batalha dois jogadores cantam em simultâneo e competem pelo melhor resultado. Num dueto cada jogador canta a sua parte da música e jogam em equipa. Se houver muita gente para o jogar, o ideal é passar o microfone, um modo para 8 jogadores. Podemos escolher versões curtas ou completas de cada música.
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February 25th, 2008 / No Comments » / by admin
The Club é um shoot-em-up frenético na terceira pessoa. Corres, disparas, e repetes até cruzares a linha da meta ou o tempo acabar. A história deste desporto ultra-violento é muito vaga e não acrescenta nada ao jogo. Aparentemente um grupo de milionários com sérios problemas mentais criaram um clube secreto onde a escolha é matar ou morrer. Os 8 concorrentes vieram dos 4 cantos do mundo, nem sempre de livre vontade.
O “Secretary” é o personagem misterioso que nos explica as regras do jogo e nos envia para locais como prisões abandonadas, mansões ou navios, onde dezenas de homens armados nos esperam. Cada local oferece até 7 eventos. Os personagens jogáveis variam desde o criminoso mais procurado na Russia ao policia mais condecorado de New York. Dos 8 possíveis, 2 têm que ser desbloqueados. A apresentação destes personagens é em tudo semelhante a um jogo de luta e cada um tem vantagens e pontos fracos.
O modo de jogo mais básico é o sprint, onde temos que correr até ao fim do nível, amealhando o máximo de pontos possíveis. Para pontuar há que matar os inimigos, e fazê-lo muito rápido. Se conseguirmos encadear as mortes, fazemos combos que multiplicam a pontuação. O estilo também é importante, um headshot perfeito a uma distância considerável dá mais pontos do que chegar bem perto e descarregar a metralhadora no pobre coitado. Também há sinais com caveiras espalhados pelos mapas que servem para ganhar pontos e manter os combos activos. Matar muita gente e chegar ao fim de cada nível não é nada complicado, mas chegar ao fim com pontos suficientes para ganhar o torneio, isso é outra história. É preciso muita prática e conhecimento de cada nível para registar pontuações decentes.
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Posted in: Acção