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	<title>Jogos PS3 &#187; Acção</title>
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	<description>os melhores jogos para PlayStation 3</description>
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		<title>Uncharted 2: Among Thieves</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 21:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[Uncharted 2: Among Thieves]]></category>

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		<description><![CDATA[Nathan Drake está de volta à PlayStation 3 para mais uma aventura cheia de acção, mistério e romance. Se Indiana Jones está velho e acabado, Nathan Drake, pelas mãos da Naughty Dog, exibe uma forma cada vez mais invejável. Uncharted 2: Among Thieves é a sequela de um título aclamado pelos Gam3rs e apostou em [...]]]></description>
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<p>Nathan Drake está de volta à PlayStation 3 para mais uma aventura cheia de acção, mistério e romance. Se Indiana Jones está velho e acabado, Nathan Drake, pelas mãos da Naughty Dog,  exibe uma forma cada vez mais invejável. Uncharted 2: Among Thieves é a sequela de um título aclamado pelos Gam3rs e apostou em subir a fasquia em todos os aspectos. História, gráficos, som, jogabilidade e modos online &#8211; nada foi deixado ao acaso.</p>
<p>  O jogo começa com o nosso herói em muito mau estado, a sangrar, desorientado e prestes a cair num precipício (o primeiro de muitos).  Seguem-se vários flashbacks, que vamos jogando até chegarmos ao momento presente, tal e qual no argumento de um filme. As semelhanças com o grande ecrã não se ficam por aqui. A câmara de Uncharted 2 tem vida própria, como se um realizador estivesse a dirigir todas as cenas enquanto nós jogamos. Também a banda sonora acompanha o jogo da maneira mais cinematográfica possível. O resultado é o melhor “filme interactivo” de acção que já se viu em qualquer consola.</p>
<p>Desta vez Nathan Drake anda à procura dos tesouros perdidos de Marco Polo  mas, invariavelmente, acaba metido numa aventura muito maior. A estrutura do enredo é bastante familiar. O herói procura um tesouro, o mau da fita também, o rival trabalha para o vilão, a bela amante trabalha para si própria, o companheiro de sempre aparece para dar uma ajuda e temos que salvar a donzela em apuros.</p>
<p>Como já perceberam, os velhos conhecidos estão de volta, mas também temos um punhado de caras novas. Elena pode continuar a ser a menina dos olhos de Drake, mas qualquer Gam3r do sexo masculino vai render-se aos encantos de Chloe, uma verdadeira bomba (em vários sentidos). Durante a maior parte do tempo jogamos com a companhia e ajuda de outro personagem. Quer seja Chloe, Elena, Sullivan. ou Flynn, os desafios são ultrapassados em equipa. É uma boa ideia, mas por vezes parece demasiado forçado. A quantidade de escadas que só podemos subir com a ajuda do segundo personagem é absurda.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1248 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="uncharted2-1" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/12/uncharted2-1.jpg" alt="uncharted2-1" width="502" height="284" /></p>
<p>Neste jogo estamos quase sempre a fazer uma de duas coisas: saltar ou disparar. Grande parte do tempo andamos a saltar de plataforma em plataforma, com manobras cada vez mais arriscadas (para não dizer impossíveis). Sempre que surgem inimigos, passamos à acção, baseada no sistema de cobertura que já conhecemos bem. A novidade é que podemos optar por uma aproximação mais camuflada, eliminando vários inimigos sem revelar a nossa presença, Em alguns momentos somos mesmo obrigados a fazê-lo, mas na maior parte das batalhas a opção é nossa.</p>
<p>Restam os puzzles que temos de decifrar ocasionalmente, mas que não trazem nada de novo. São basicamente os mesmos do primeiro jogo, reciclados para novos cenários. Por falar em cenários, desta vez são mais variados. Tal como em qualquer filme de Indiana Jones, atravessamos o planeta em busca do tesouro final. Os gráficos de Uncharted 2 merecem sem dúvida a nota máxima. Está tudo simplesmente fabuloso, sem sacrificar a fluidez do jogo e sem abdicar de uma variedade enorme de cores. A Naughty Dog voltou a surpreender com o nível de qualidade que conseguiu atingir.</p>
<p>Mas não pensem que o resto do jogo é todo perfeito. A minha principal crítica a Among Thieves prende-se com a linearidade do jogo. A história está criada previamente e o jogador não pode acrescentar quase nada do seu cunho pessoal. É como se os criadores do jogo tivessem deixado um rasto de migalhas que nós temo que seguir, do primeiro ao último passo. Por exemplo, Drake é excelente a escalar todo o tipo de superfícies, dá saltos sobre-humanos e agarra-se a qualquer saliência. Desde que seja esse o caminho pré-definido, caso contrário simplesmente escorrega e parece que tem manteiga nas mãos. Não faz sentido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1249 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="uncharted2-2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/12/uncharted2-2.jpg" alt="uncharted2-2" width="502" height="284" /></p>
<p>Há outros pormenores que nos recordam que estamos a jogar um filme interactivo, com as suas próprias regras. Não podemos disparar sobre os amigos (mesmo quando não são assim tão amigos) e esqueçam o tiro aos pombos, eles voam para longe como se não tivessem sido atingidos. Estes exemplos servem para ilustrar a diferença entre Uncharted 2 e um jogo completamente livre como GTA IV, onde a história co-existe com a liberdade de cada jogador criar os seus mini-enredos, ou de simplesmente fazer alguns disparates.</p>
<p>Terminada a missão principal, encontro-me rendido à enorme qualidade técnica de Uncharted 2 e convencido de que o jogo é muito divertido, mas podia ter inovado mais e não ser tão linear. Estou pronto para fugir ao hype e dar-lhe “apenas” 9 valores, em vez da nota máxima que toda a gente dá. Mas ainda me falta jogar o online, a grande novidade desta sequela.</p>
<p>Com a qualidade e a diversidade dos modos online, poderíamos estar perante um jogo completamente independente. As missões cooperativas são extensões do próprio jogo, níveis com objectivos que podemos jogar na companhia de outros gam3rs. É tudo muito natural, porque na campanha singleplayer também estamos quase sempre acompanhados, só que desta vez os nossos amigos podem ser mesmo os nossos amigos verdadeiros! Também estão presentes os habituais modos competitivos e tudo funciona na perfeição.</p>
<p>Juntando o singleplayer deslumbrante e cinematográfico a um multiplayer sem falhas e capaz de prolongar durante largos meses a longevidade do jogo, só podemos concluir que Uncharted 2 merece mesmo a nota máxima!</p>
<ul>
<li>Uma aventura fantástica</li>
<li>Tecnicamente perfeito</li>
<li>Demasiado linear</li>
</ul>
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		<title>Ghostbusters</title>
		<link>http://www.jogosps3.com/accao/ghostbusters/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 21:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Ghostbusters]]></category>

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		<description><![CDATA[There’s something strange in the neighborhood, who ya gonna call? GHOSTBUSTERS! Bill Murray e companhia fizeram as delícias de uma geração em 2 filmes marcantes na minha adolescência. Ghostbusters, o jogo, é uma merecida homenagem que chega 20 anos depois à PlayStation 3. A história do jogo passa-se algum tempo depois do segundo filme. Para [...]]]></description>
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<p>There’s something strange in the neighborhood, who ya gonna call? GHOSTBUSTERS! Bill Murray e companhia fizeram as delícias de uma geração em 2 filmes marcantes na minha adolescência. Ghostbusters, o jogo, é uma merecida homenagem que chega 20 anos depois à PlayStation 3.</p>
<p>A história do jogo passa-se algum tempo depois do segundo filme. Para variar, Nova Iorque está a ser atacada por todo o tipo de fantasmas e espíritos malignos.</p>
<p>Os quatro actores principais estão representados fielmente no jogo e dão a voz aos seus personagens. O jogador não controla nenhum dos caça-fantasmas conhecidos. Em vez disso, entra na história como um novo recruta e segue as ordens dos veteranos. A mecânica é a de um jogo de acção na terceira pessoa, mas com uma arma muito especial.</p>
<p>Ter um proton pack só para mim é um sonho tornado realidade. Esta arma que dispara feixes de luz e frita fantasmas ao pequeno-almoço é um dos acessórios mais cool e geek da história do cinema. Mais pacífico, o PKE Meter coloca-nos numa perspectiva de primeira pessoa, com visão nocturna. Esta engenhoca serve para descobrir fantasmas, encontrar artefactos e fazer um scan aos espíritos de forma a identificar as suas propriedades e pontos fracos.</p>
<p><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="ps3_ghostbusters_31" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/08/ps3_ghostbusters_31.jpg" border="0" alt="ps3_ghostbusters_31" width="502" height="274" /></p>
<p>Os nossos equipamentos são protótipos altamente desenvolvidos, mas podem ainda levar uma série de upgrades que vão sendo adquiridos sempre que temos dinheiro para gastar. O sistema de capturar os fantasmas é divertido mas torna-se algo repetitivo ao longo do jogo. Atingi-los até lhes consumir a energia, arrasta-los de um lado para o outro e captura-los, são manobras que vamos repetir muitas vezes. Outro problema é o nível de dificuldade que tem alguns picos inesperados que podem levar o jogador ao desespero. Nesses momentos lembro-me que há jogos de acção bem melhores para a PS3.</p>
<p>Existe um modo multiplayer online que permite caçar fantasmas com alguns amigos. Nos vários modos cooperativos, podemos jogar com todos os personagens, algo que deve agradar aos fãs.</p>
<p>Ghostbusters tem bons gráficos, mas nada de extraordinário. Os diálogos são engraçados e a música principal do filme continua a ser viciante. No campo técnico, Ghostbusters é um jogo ligeiramente acima da média.</p>
<p><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="ps3_ghostbusters_38" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/08/ps3_ghostbusters_38.jpg" border="0" alt="ps3_ghostbusters_38" width="502" height="284" /></p>
<p>Apesar de não ser um grande jogo, Ghostbusters é muito melhor do que as adaptações de filmes a que estamos habituados. A participação de argumentistas e actores e o estatuto de culto que a saga tem, são factores decisivos para o resultado final. A nota é positiva, mas há muita margem para melhorar.</p>
<ul>
<li>Elenco original</li>
<li>Fiel aos filmes</li>
<li>Jogabilidade razoável</li>
<li>Dificuldade mal equilibrada</li>
</ul>
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		<title>Prototype</title>
		<link>http://www.jogosps3.com/accao/prototype/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 17:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[Prototype]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Prototype assumimos o papel de Alex Mercer, um cidadão normal que um dia acorda transformado num mutante cheio de super-poderes e com a capacidade de assumir a forma de outras pessoas. Alex não sabe o que provocou o seu estado, nem porque razão a cidade de New York está a ser consumida por um [...]]]></description>
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<p>Em Prototype assumimos o papel de Alex Mercer, um cidadão normal que um dia acorda transformado num mutante cheio de super-poderes e com a capacidade de assumir a forma de outras pessoas. Alex não sabe o que provocou o seu estado, nem porque razão a cidade de New York está a ser consumida por um vírus que transforma a população em monstros. A única coisa que Alex sabe é que precisa de descobrir a verdade a qualquer custo. A raiva e sede de vingança de Alex não poupam ninguém, sejam monstros, soldados ou civis inocentes.</p>
<p>Se a história de um homem normal que de repente tem super-poderes e tenta descobrir o que lhe aconteceu enquanto vagueia por uma cidade à beira da destruição vos é familiar, é porque já conhecem <a href="http://www.jogosps3.com/accao/infamous/">inFAMOUS</a>. Os dois jogos têm semelhanças óbvias, mas cada um consegue ser uma experiência única.</p>
<p>Em Prototype a cidade ganha uma nova dimensão, graças à facilidade com que Alex escala qualquer arranha-céus. Para Alex, correr ao longo de uma avenida ou da fachada de um edifício é a mesma coisa. Além disso o nosso personagem consegue dar saltos enormes e planar de terraço em terraço. Estas habilidades oferecem-nos liberdade total para explorar todos os pontos da cidade e tornam qualquer deslocação numa montanha-russa cheia de emoções fortes. A cidade em questão é (outra vez) uma réplica de New York, mas não chega nem perto do nível de detalhe visto em GTA IV.</p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="prototype-5" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/07/prototype5.jpg" border="0" alt="prototype-5" width="502" height="284" /></p>
<p>No início do jogo somos brindados com um Alex no máximo dos seus poderes. Depois de 5 minutos de destruição e caos, a história anda 18 dias para trás e temos que recriar todo o caminho até esse momento. Os poderes e habilidades de Alex têm que ser conquistados e aumentados ao longo das dezenas de  missões que temos pela frente. Quanto maior o repertório de Alex, mais destrutivo e espectacular se torna o jogo.</p>
<p>O poder mais fascinante de Alex Mercer é a capacidade de consumir qualquer personagem e adquirir a sua forma e os seus conhecimentos. Isto permite-nos jogar algumas secções com mais calma, ao estilo de Hitman, sem que ninguém se aperceba da nossa presença. Apesar de Alex ter poderes suficientes para derrotar um exército apenas com as próprias mãos, também podemos usar as armas dos inimigos. Os veículos também estão acessíveis, assim que adquirirmos os conhecimentos necessários para os controlar. Estas opções de controlar o personagem como se fosse um homem normal permitem-nos alternar entre um jogo de super-heróis e um jogo de acção mais no género de GTA.</p>
<p>A jogabilidade de Prototype torna-se algo repetitiva ao fim de pouco tempo, mas nunca se torna aborrecida. Usar todo o poder destrutivo de Alex para lutar contra tudo e contra todos numa cidade em estado de sítio é sinónimo de diversão. Atacar um helicóptero ao pontapé ou atirar automóveis pelo ares com as próprias mãos nunca enjoa.</p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="prototype-1" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/07/prototype1.jpg" border="0" alt="prototype-1" width="502" height="284" /></p>
<p>Prototype não impressiona pelos seus gráficos, mas tem uma apresentação razoável. O mais importante é que consegue manter uma frame rate sólida durante as sequências de acção onde dezenas de personagens se envolvem em confrontos. Durante as missões não temos mesmo tempo de observar os pormenores técnicos, tal a intensidade da acção que nos envolve.</p>
<p>A principal diferença entre Prototype e inFAMOUS é o nível de violência, Enquanto inFAMOUS optou por um estilo de banda-desenhada onde o herói nem sequer pode usar armas, Protoype faz as coisas de um modo completamente diferente. As nossas vitimas são esquartejadas sem piedade, podemos ver braços e pernas a voar, temos a opção de as esmurrar, cortar, esmagar ou disparar qualquer arma do seu arsenal, e tudo isto se aplica da mesma maneira aos inimigos e aos transeuntes que tenham o azar de estar no nosso caminho. Comparado com isto, o que Cole faz com a electricidade é uma brincadeira de meninos.</p>
<p>Apesar de não existir modo multiplayer, Prototype é um jogo que podemos voltar a jogar muitas vezes depois de terminado, simplesmente pelo gozo que dá vestir a pele de Alex Mercer.</p>
<ul>
<li>Violência extrema</li>
<li>Acção viciante</li>
<li>História pouco interessante</li>
</ul>
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		<title>inFAMOUS</title>
		<link>http://www.jogosps3.com/accao/infamous/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 00:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[inFAMOUS]]></category>

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		<description><![CDATA[inFAMOUS é um jogo de acção que sofre de dupla personalidade. No início da história, o protagonista (Cole) é brindado com espectaculares super-poderes que lhe permitem manipular a electricidade de várias formas. Infelizmente, este dom surge na sequência de uma catástrofe misteriosa que deixa uma cidade inteira de rastos e entregue a gangs criminosos. A [...]]]></description>
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		</div>
<p>inFAMOUS é um jogo de acção que sofre de dupla personalidade. No início da história, o protagonista (Cole) é brindado com espectaculares super-poderes que lhe permitem manipular a electricidade de várias formas. Infelizmente, este dom surge na sequência de uma catástrofe misteriosa que deixa uma cidade inteira de rastos e entregue a gangs criminosos. A opção lógica num jogo deste tipo seria usar esses poderes em defesa dos inocentes, limpar a cidade de malfeitores e chegar ao estatuto de super-herói. Esse é um caminho possível, mas inFAMOUS também nos tenta frequentemente com o “dark side”. Podemos ignorar os outros cidadãos (ou até maltrata-los) e fazer todas as missões de uma forma completamente egoísta, não olhando a meios para atingir os fins.</p>
<p>É importante escolher o nosso objectivo desde o início e segui-lo até ao fim porque quem fica no meio termo entre o bem e o mal nunca vai evoluir todos os seus poderes. Se querem ser bons, sejam uns santos…. mas se querem ser maus, então sejam mesmo muito maus! Estão mesmo a ver que inFAMOUS é um jogo que pede para ser jogado pelo menos duas vezes.</p>
<p>O jogo passa-se num mundo aberto que podemos explorar à nossa vontade. Para fazer avançar a história temos que fazer uma sequência pré-definida de missões, mas também há muitas missões secundárias que são completamente opcionais. Quanto mais missões fizermos, mais pontos ganhamos para gastar em upgrades aos nossos poderes. Os super-poderes de Cole estão todos relacionados com a electricidade e são verdadeiramente espectaculares, principalmente nas fases mais avançadas do jogo. A evolução dos poderes é ligeiramente diferente conforme Cole se transforme num herói ou num vilão. Embora os inimigos usem armas tradicionais, Cole está impedido de lhes tocar e tem que usar apenas os seus poderes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1039" title="infamous1" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/07/infamous1.jpg" alt="infamous1" width="500" height="282" /></p>
<p>O detalhe e a autenticidade da cidade são elementos fundamentais para o sucesso dos jogos de exploração livre. inFAMOUS, apesar de não chegar ao nível de GTA IV, oferece-nos uma Empire City credível e cheia de acção a cada esquina. Os seus habitantes reagem à nossa passagem – bem ou mal, dependendo da nossa reputação. Quem está habituado a jogar GTA e os seus derivados, vai estranhar o facto de não ser possível andar de carro. A desculpa é que os poderes eléctricos de Cole fariam explodir o veículo. Pouco convincente, mas aceita-se porque há outras alternativas que permitem percorrer Empire City em grande estilo. Cole consegue escalar os edifícios com uma agilidade invejável, salta de terraço em terraço e é capaz de deslizar a alta velocidade pela linha do comboio.</p>
<p>Tecnicamente inFAMOUS é um excelente jogo. Uma das provas é a ausência de loadings ao longo de todo o jogo. Os gráficos são coloridos e com alguns efeitos de luz espectaculares. inFAMOUS está completamente dobrado em português. Os actores que dão as vozes às personagens fizeram mais um bom trabalho, ao nível que a Sony já nos habituou.</p>
<p>A inspiração nos heróis de banda-desenhada está bem vincada durante todo o jogo. Existem muitas cenas intermédias, desenhadas à mão, que desenvolvem o enredo encaixam muito bem no jogo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1041" title="infamous2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2009/07/infamous2.jpg" alt="infamous2" width="500" height="282" /></p>
<p>inFAMOUS é um jogo extremamente divertido, recomendado a todos os que gostam de acção e de super-heróis.</p>
<ul>
<li>bons gráficos</li>
<li>história interessante</li>
<li>estilo banda-desenhada</li>
<li>poderes fantásticos</li>
<li>fazer o bem é opcional</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Ratchet &amp; Clank Future: Quest For Booty</title>
		<link>http://www.jogosps3.com/accao/ratchet-clank-future-quest-for-booty/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 17:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[Ratchet & Clank Future: Quest For Booty]]></category>

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		<description><![CDATA[Ratchet e Clanck são dois personagens com lugar cativo em todas as consolas da Sony. A dupla de heróis estreou-se o ano passado na PlayStation 3 com Ratchet &#38; Clank Future: Tools Of Destruction, um grande jogo que recebeu nota 9. A combinação de gráficos HD, sequências de animação hilariantes e uma jogabilidade explosiva é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p>Ratchet e Clanck são dois personagens com lugar cativo em todas as consolas da Sony. A dupla de heróis estreou-se o ano passado na PlayStation 3 com <a href="http://www.jogosps3.com/accao/ratchet-clank-future-tools-of-destruction/">Ratchet &amp; Clank Future: Tools Of Destruction</a>, um grande jogo que recebeu nota 9. A combinação de gráficos HD, sequências de animação hilariantes e uma jogabilidade explosiva é capaz de conquistar qualquer gamer.</p>
<p style="text-align: center;"><em></em></p>
<p>Ratchet &amp; Clank (não seria melhor Ratchet sem Clank?) Quest For Booty dá seguimento à história de <a href="http://www.jogosps3.com/accao/ratchet-clank-future-tools-of-destruction/">Tools Of Destruction</a>, num mini-jogo que serve de ponte para a próxima grande produção que chegará em 2009. Desta vez controlamos apenas Ratchet, numa aventura atribulada em busca do seu eterno companheiro. Apesar de termos uma simpática amiga que nos acompanha, ela consegue quase sempre fugir à acção e é Ratchet quem tem que fazer tudo sozinho.</p>
<p><span id="more-606"></span></p>
<p> A jogabilidade é a mesma a que já estamos habituados nas secções em que controlamos Ratchet nos jogos anteriores. Um misto de plataformas, puzzles e acção, com muitas armas por onde escolher. Além de repetir a mesma fórmula de sucesso, Quest For Booty introduz algumas novidades, garantido umas boas horas de diversão.</p>
<p>As armas são um dos pontos fortes de Ratchet &amp; Clank, e mesmo neste episódio mais pequeno, o arsenal está completo. Apesar de não haver uma variedade muito grande de inimigos, temos muitas maneiras diferentes de os aniquilar. Infelizmente já as conhecemos todas de <a href="http://www.jogosps3.com/accao/ratchet-clank-future-tools-of-destruction/">Tools of Destruction</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-655 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="questforbooty_2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/10/questforbooty_2.jpg" alt="A nova habilidade de Ratchet em acção." width="500" height="281" /><em><br />
A nova habilidade de Ratchet em acção.</em></p>
<p>A maior novidade em termos de jogabilidade é a nova habilidade da chave-inglesa, que além de partir cabeças e rodar parafusos, agora também é capaz de interagir à distância com vários elementos do cenário. Esta função permite resolver vários puzzles interessantes e espero que tenha continuidade no próximo ano quando sair o novo jogo completo de Ratchet &amp; Clank.</p>
<p>Os piratas são o tema principal deste jogo. Piratas zombies e com sede de vingança, para ser mais específico. Como já vem sendo habitual, o jogo está completamente dobrado em português. Tecnicamente este mini-jogo mantém os padrões de produção lá em cima, com gráficos, animação e efeitos sonoros de luxo.</p>
<p>Inicialmente Quest for Booty (ou Caça ao Tesouro) foi lançado apenas na PlayStation Network. Posteriormente chegou a versão Blu-Ray, portanto já o podem comprar também nas lojas físicas. O preço é da dimensão do jogo, pequenino. Por apenas 14.99 euros, este jogo é uma boa opção para os fãs do Lombax mais famoso do universo.</p>
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		<title>Overlord: Raising Hell</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 22:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Overlord: Raising Hell]]></category>

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		<description><![CDATA[No tempo em que as consolas não tinham disco rígido nem internet, os videojogos eram frequentemente marcados por um humor muito próprio. Por vezes era explicito, noutros casos estava camuflado e nos melhores dias conseguia ser corrosivo e politicamente incorrecto. Eu tenho saudades desses tempos. Hoje em dia ainda há jogos assim, mas estão submersos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>No tempo em que as consolas não tinham disco rígido nem internet, os videojogos eram frequentemente marcados por um humor muito próprio. Por vezes era explicito, noutros casos estava camuflado e nos melhores dias conseguia ser corrosivo e politicamente incorrecto. Eu tenho saudades desses tempos.</p>
<p>Hoje em dia ainda há jogos assim, mas estão submersos num oceano de <em>franchises</em> e fórmulas que se repetem todos os anos. A partir dos primeiros momentos de Overlord, percebi que estava perante um desses casos raros, e foi isso que mais me prendeu a este jogo.</p>
<p style="text-align: center;"><em> </em></p>
<p>Em Overlord: Raising Hell controlamos um senhor das trevas em muito mau estado. Começamos com poucos poderes e uma torre destroçada, mas com o apoio incondicional dos nossos súbditos, os <em>Minions</em>. Estas pequenas criaturas semelhantes a <em>Gremlins</em> são os verdadeiros protagonistas do jogo. Gnarl, um Minion mais velho e sábio que os restantes, será o nosso conselheiro e guia espiritual.</p>
<p><span id="more-499"></span></p>
<p>A missão de um Overlord é ser poderoso, temido e essencialmente mau como as cobras. Para isso temos que erguer a nossa <em>Dark Tower</em>, criar um exército de Minions e espalhar o terror por todo o lado. Apesar de haver inimigos com fartura para combater, o nosso nível de corrupção aumenta quando atacamos inocentes ou mesmo personagens que estão do nosso lado. A escolha entre sermos simplesmente maus, ou completamente terríveis, é nossa e tem impacto nos acontecimentos.</p>
<p>A história de Overlord desenrola-se sob a forma de vários objectivos que temos de cumprir. A cada momento temos múltiplos objectivos, e podemos escolher o que vamos fazer primeiro. Podemos até preferir ir passear, queimar umas ovelhas ou atacar aldeões inocentes sem cumprir qualquer das missões durante um bocado. Apesar de haver um determinado caminho traçado, temos grande liberdade na forma como o percorremos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-507 aligncenter" title="overlord_2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/09/overlord_2.jpg" alt="O Minions são estranhamente adoráveis." width="500" height="281" /><br />
<em>Os Minions são estranhamente adoráveis.</em></p>
<p>No início todos os nossos Minions são iguais e castanhos, mas ao fim de algum tempo vamos descobrir que há outras raças. Cada tipo de Minion tem as suas habilidades e é fundamental para vencer certos desafios. Sem Minions vermelhos, capazes de apagar fogos, nunca conseguiriamos passar certas barreiras. Além disso são capazes de atirar bolas de fogo, uma arma de longo alcance. Já os azuis são capazes de nadar e de ressuscitar os seus companheiros caídos em combate.</p>
<p>Quando temos Minions de vários tipos, podemos dar ordens independentes a cada grupo, de modo a montar uma estratégia de combate. Por exemplo, devemos manter os vermelhos a uma distância segura, enquanto os castanhos lutam corpo a corpo. Podemos ainda dividir uma raça em vários grupos, mas isso já se torna algo complexo de controlar. Tudo se passa em tempo real, e se complicarmos demais, os inimigos não perdoam.</p>
<p>Tecnicamente Overlord não é um grande jogo. Os gráficos são medianos e as animações não melhores. Por vezes há problemas de <em>clipping</em> e diminuição de <em>framerate</em>. Os loadings são frequentes e mais demorados do que eu gostaria. No campo do áudio as coisas são um pouco melhores. As vozes e os diálogos de Overlord são bons, e por vezes são mesmo hilariantes. Ouvir a alegria de um Minion a dizer &#8220;For you, the Overlord&#8221; quando nos trás uma oferta, aquece o coração a qualquer senhor do mal.</p>
<p>O nosso personagem move-se de forma atabalhoada e não é um grande lutador. Se dependesse-mos apenas de nós próprios no campo de batalha, não durávamos 10 minutos. Isto apesar de estarmos munidos de armas e de poderes mágicos (limitados). A verdade é que o sistema de controlo não é nada intuitivo, e por vezes é difícil acertar com um pontapé até num alvo estático.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-509 aligncenter" title="overlord_3" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/09/overlord_3.jpg" alt="Respect my authorita!!!" width="500" height="281" /><br />
<em>Respect my authorita!!!</em></p>
<p>Enquanto movemos o Overlord com o analógico esquerdo, usamos o direito para mover os Minions. Isto quer dizer que não sobra nenhum para controlar a câmara, e que o jogo faz esse trabalho por nós. E como seria de esperar, é um trabalho que deixa muito a desejar. No calor da batalha temos que lutar contra os inimigos e contra a câmara também.</p>
<p>Apesar do jogo estar longe da perfeição, vale a pena jogar Raising Hell só para conhecer o exército de Minions, esses pequenos e irrequietos devoradores de abóboras dispostos a fazer tudo pelo seu Overlord.</p>
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		<title>The Bourne Conspiracy</title>
		<link>http://www.jogosps3.com/accao/the-bourne-conspiracy/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 15:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[The Bourne Conspiracy]]></category>

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		<description><![CDATA[The Bourne Identity é um filme de 2002 onde Matt Damon interpreta um agente secreto com amnésia que procura a sua identidade. Sou fã assumido do filme inspirado pelo livro de Robert Ludlum, que devido ao seu sucesso se transformou em triologia. Bourne voltou a surgir no cinema com Supremacy e Ultimatum, e chega agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>The Bourne Identity é um filme de 2002 onde Matt Damon interpreta um agente secreto com amnésia que procura a sua identidade. Sou fã assumido do filme inspirado pelo livro de Robert Ludlum, que devido ao seu sucesso se transformou em triologia. Bourne voltou a surgir no cinema com Supremacy e Ultimatum, e chega agora ao mundo dos videojogos com The Bourne Conspiracy.</p>
<p style="text-align: center;"><em> </em></p>
<p>Pelo caminho ficou Matt Damon que fui substituído por outro Bourne apenas vagamente familiar. A participação do actor devia estar fora do orçamento da Sierra Entertainment. É uma ausência de vulto num jogo que apresenta fortes ligações ao cinema.</p>
<p>O jogo começa com Bourne a flutuar no Mediterrâneo, mas não se limita a seguir o enredo do filme. Em vez disso vamos alternar entre cenas actuais e <em>flashbacks</em> a missões anteriores de Bourne. O resultado é portanto muito diferente daquilo que já conhecemos do grande ecrã.</p>
<p><span id="more-380"></span></p>
<p>Para executar as suas missões, Jason Bourne pode recorrer ao combate corpo a corpo ou a armas de fogo. É com os punhos que Bourne se destaca acima de toda a concorrência, e essas são as melhores partes do jogo. Há dois tipos de golpes, rápido ou poderoso, que se aplicam a murros ou pontapés. Há ainda um botão para nos defendermos. Combinações destas hipóteses criam <em>combos</em> variados. Cada golpe certeiro aumenta a nossa adrenalina, até ao ponto em que podemos executar um <em>takedown</em>.</p>
<p>Os <em>takedowns</em> são a imagem de marca do jogo, onde podemos ver Bourne a usar elementos do meio que o rodeia para castigar violentamente os seus adversários. Se tivermos adrenalina suficiente, podemos aplicar <em>takedowns</em> a vários inimigos ao mesmo tempo. Estes momentos de glória em que o nosso herói destroi inimigos e cenários com as suas próprias mãos são motivo de grande satisfação.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-387 aligncenter" title="bourneconspiracy_2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/09/bourneconspiracy_2.jpg" alt="Estou a acertar em alguma coisa?" width="500" height="281" /><br />
<em>Estou a acertar em alguma coisa?</em></p>
<p>Este sistema funciona bem e dá origem a cenas de pancadaria dignas de um filme de Hollywood. Os adversários dão luta, tentam aproveitar as nossas falhas para contra-atacar e até executam os seus próprios <em>takedowns</em>. Se tentarem esmagar todos os botões para lutar, vão ver o Jason a transformar-se num saco de pancada. É preciso ter uma estratégia e reflexos apurados para dominar os combates.</p>
<p>Além da luta corpo a corpo, é óbvio que também há armas de fogo. É aqui que o jogo deixa de ser divertido e começa a ser algo frustrante. Bourne é uma máquina treinada para matar, mas tem grandes dificuldades em apontar uma arma, graças ao sistema de jogo defeituoso. Seria de esperar mais precisão nos tiroteios. A única excepção são os <em>takedowns</em> que nos permitem executar um tiro perfeito. No geral, passamos mais tempo a dar tiros no ar do que nos alvos.</p>
<p>Um aspecto interessante do jogo é o <em>Bourne Instinct</em>, uma espécie de sexto-sentido que Jason possuí. Quanto activo, permite-nos ver no mapa todos os inimigos e pontos de interesse que nos rodeiam. Esta habilidade está directamente relacionada com a excelente capacidade de observação e análise que Bourne evidencia nos filmes. Há uma sequência no jogo onde conduzimos um Mini através das ruas de Paris. Aqui também podemos usar o instinto para guiar com mais eficácia, mas nem isso salva este capítulo, que é um dos mais fracos.</p>
<p>O jogo é tal e qual um filme no sentido em que o guião está escrito e o jogador nada pode fazer para fugir ao caminho previamente traçado. Ao contrário de jogos como <a href="http://www.jogosps3.com/accao/grand-theft-auto-iv/">GTA IV</a> onde tudo nos é permitido, aqui não temos margem de manobra. Isto quer dizer que jogar uma segunda vez será como tirar uma fotocópia da primeira volta.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-395 aligncenter" title="bourneconspiracy_3" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/09/bourneconspiracy_3.jpg" alt="Ups... peço imensa desculpa." width="500" height="281" /><br />
<em>Ups&#8230; peço imensa desculpa.</em></p>
<p>Os gráficos de Bourne Conspiracy são bons, apesar de ocorrer algum <em>clipping</em>. Os cenários são diversos e interessantes, pecando apenas por não termos qualquer hipótese de os explorar fora da linha narrativa do jogo. Os efeitos sonores e vozes são competentes, mesmo sem a marca dos actores originais do filme. Pelo contrário, a música parece saida directamente do cinema para a PlayStation.</p>
<p>The Bourne Conspiracy não tem qualquer tipo de opção <em>multipayer</em> e não há grandes motivos para o voltarmos a jogar depois de terminada a missão. Se considerarmos que essa missão nos obriga a seguir à risca um enredo pré-definido e a repetir muitas vezes o mesmo tipo de cenas, concluímos que este jogo é só para fãs de Jason Bourne.</p>
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		<title>Bionic Commando Rearmed</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 18:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[PlayStation Network]]></category>
		<category><![CDATA[Retro]]></category>
		<category><![CDATA[Bionic Commando Rearmed]]></category>

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		<description><![CDATA[O Retro Gaming está na moda. Pelo menos entre os geeks está na moda, e por isso a Capcom decidiu ir buscar um clássico com 20 anos e faze-lo de novo para as consolas de última geração. Bionic Commando estreou-se há duas décadas na NES, e chega agora &#8220;Rearmed&#8221; à PS3, via download na PlayStation [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p>O <em>Retro Gaming</em> está na moda. Pelo menos entre os <em>geeks</em> está na moda, e por isso a Capcom decidiu ir buscar um clássico com 20 anos e faze-lo de novo para as consolas de última geração. Bionic Commando estreou-se há duas décadas na NES, e chega agora &#8220;Rearmed&#8221; à PS3, via download na PlayStation Network.</p>
<p>Bionic Commando é um jogo de acção em duas dimensões, onde controlamos um super-soldado, equipado com um braço muito especial. Esse braço biónico lança um gancho que se prende à maioria das superfícies e nos faz baloiçar com tal eficácia que o próprio Tarzan ficaria com inveja. Apesar da lógica ser muito simples, vão precisar de cair muitas vezes até dominarem a execução de todos os movimentos.</p>
<p>Este braço é fundamental porque o nosso herói não salta. É verdade, este jogo tem muitas plataformas e o protagonista é incapaz de um simples salto! Aceitem esse facto com naturalidade, se não fosse assim o jogo não teria o seu encanto muito particular. O gancho é portanto o meio para subir plataformas, dar saltos, contornar obstáculos, puxar objectos, etc&#8230; Nathan Spencer não seria capaz de sair do primeiro nível se não fosse o seu gancho.</p>
<p><span id="more-167"></span></p>
<p>É claro que além do braço biónico também temos um vasto arsenal à nossa disposição. Rocket launcher, machinegun, vector cannon, etc&#8230; e os respectivos upgrades, são capazes de semear a destruição. Só tenho uma dúvida, que vale para este e para outros jogos: alguém é capaz de me explicar porque é que morremos quando tocamos num soldado inimigo? Se alguém tem que morrer, porque é que não morrem os outros?</p>
<p>A inteligência artificial dos inimigos é simples mas eficaz, e por vezes consegue ser surpreendente. Estamos habituados a ver comportamentos muito previsíveis neste tipo de jogos, e nem sempre isso acontece em Bionic Commando Rearmed. Os soldados saltam sobre barreiras para se protegerem e por vezes saem do local que estão a guardar para vir atrás de nós.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-174 aligncenter" title="bioniccommandorearmed_2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/09/bioniccommandorearmed_2.jpg" alt="Conduz o helicóptero com cuidado." width="500" height="281" /><br />
<em>Conduz o helicóptero com cuidado.</em></p>
<p>Teoricamente o exército inimigo é o maior perigo, mas na prática não é bem assim. A maior dificuldade do jogo está nas plataformas e no timming necessário para chegar a certos locais. Ao longo do jogo vamos adquirindo armas cada vez mais poderosas, e os inimigos são carne para canhão.</p>
<p>Apesar de 90% do jogo se passar na tradicional vista bidimensional de perfil, há mais que fazer em Bionic Commando Rearmed. Tudo começa num mapa onde pilotamos o nosso helicoptero de nível em nível. Só que enquanto nos deslocamos para o nível seguinte podemos ser interceptados, e nesse caso temos que jogar uma secção vista de cima e destruir as armas inimigas. Estes desafios não são tão divertidos como o resto do jogo, mas servem para desenjoar.</p>
<p>A meio dos níveis também temos direito a um mini-jogo completamente diferente. Temos a hipótese de hackar o sistema de comunicações inimigo, através de um pequeno puzzle tridimensional. Nesta altura tiramos o dedo do gatilho e pomos o cerebro a funcionar, a recompensa são informações úteis para o resto da missão.</p>
<p>Apesar do jogo ser uma réplica do seu parente pré-histórico, Bionic Commando Rearmed tem gráficos excelentes com cores vibrantes. As animações são fantásticas e tudo corre sem qualquer soluço. A música tipica de videojogo marca o ritmo, num misto de modernidade e homenagem ao passado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-175 aligncenter" title="bioniccommandorearmed_3" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/09/bioniccommandorearmed_3.jpg" alt="Saltar? Não, baloiçar." width="500" height="281" /><br />
<em>Saltar? Não, baloiçar.</em></p>
<p>O que ficou mesmo à moda antiga foram os diálogos. Não há vozes, apenas linhas de texto, mas são hilariantes. Penso que a Capcom preferiu usar o texto simples porque assim tem mais piada.</p>
<p>A grande novidade desta versão Rearmed é o <em>multiplayer</em>. Dois jogadores podem percorrer todo o jogo em modo cooperativo. Infelizmente não é possível faze-lo através da internet, portanto vão ter que convidar um amigo para jogar em vossa casa. Durante um jogo a dois o <em>split-screen</em> é evitado sempre que os jogadores estão perto um do outro. Este sistema é levado até ao limite através de um zoom inteligente que se afasta para manter os dois jogadores no mesmo ecrã. Quando já não é possível afastar mais, o ecrã divide-se em dois, o que torna muito mais complicadas as manobras entre plataformas.</p>
<p>Existe ainda um jogo multiplayer até 4 jogadores, todos contra todos. Aqui o objectivo é matar os outros jogadores, mas este é o modo mais fraco de Bionic Commando Rearmed. Por último temos uma série de desafios cronometrados onde podemos bater records numa espécie de Jogos Olímpicos do braço biónico. Só aqueles que realmente dominam o braço vão conseguir chegar ao fim.</p>
<p>Para concluir, Bionic Commando Rearmed é um jogo completamente renovado de maneira exemplar. Assim dá gosto voltar aos jogos de há 20 anos. Este jogo é um dos downloads mais interessantes da PlayStation Network, e supera muitos jogos modernos. Por mim a Capcom pode continuar a dar nova vida aos seus velhos clássicos.</p>
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		<title>Grand Theft Auto IV</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 13:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[Grand Theft Auto IV]]></category>

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		<description><![CDATA[Grand Theft Auto IV foi sem dúvida o jogo mais aguardado do ano. Foi também o jogo mais aguardado do século e provavelmente de toda a história dos videojogos. Não há série que bata em mediatismo o GTA, que se tornou no produto de entretenimento com o lançamento mais lucrativo de sempre, à frente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Grand Theft Auto IV foi sem dúvida o jogo mais aguardado do ano. Foi também o jogo mais aguardado do século e provavelmente de toda a história dos videojogos. Não há série que bata em mediatismo o GTA, que se tornou no produto de entretenimento com o lançamento mais lucrativo de sempre, à frente de todos os outros jogos, filmes, livros e álbuns. Podíamos portanto passar horas a discutir este fenómeno, que ainda por cima está sempre associado a fortes polémicas devido à sua violência. Mas vamos deixar todo o hype de lado e analisar o jogo pelo jogo.</p>
<p style="text-align: center;"><em></em></p>
<p>  Para quem esteve em coma nos últimos 10 anos e nunca jogou os últimos capítulos da série GTA, estes jogos criaram o conceito de &#8220;sandbox&#8221; &#8211; um mundo virtual onde podemos fazer tudo aquilo que nos apetece, quando nos apetece. E grande parte dessa liberdade passa por guiar carros que não nos pertencem, matar pessoas e fugir à polícia. Além disso, cada Grand Theft Auto tem a sua história, que se desenrola na forma de missões. Esta estrutura mantém-se em GTA IV, com as vantagens e desvantagens que isso implica.</p>
<p>Desta vez o personagem principal é Niko Bellic, e a cidade que a Rockstar nos oferece é Liberty City, uma réplica fabulosa de New York City. Niko é um ex-combatente de um país de leste que chegou aos Estados Unidos em busca do sonho americano. O seu primo Roman iludiu-o com promessas de dinheiro, carros desportivos e resmas de mulheres. A realidade no entanto é bem diferente&#8230;</p>
<p><span id="more-23"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="gtaiv_2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/gtaiv_2.jpg" alt="As ruas de Liberty City fervilham de vida." width="500" height="315" /><br />
<em>As ruas de Liberty City fervilham de vida.</em></p>
<p>Sem dinheiro e sem emprego, Niko envolve-se rapidamente com o mundo do crime de Liberty City. Primeiro como motorista e logo de seguida como assassino, as qualidades de Niko destacam-se e os contactos multiplicam-se. Apesar de ser um criminoso sem escrúpulos, Niko parece sempre o mais normal de todos os personagens que habitam Liberty City, e é impossível não simpatizar com ele.</p>
<p>O essencial da história já sabem, os detalhes vão descobrir durante o jogo. Mas o melhor de GTA IV é que cada jogador vai criar a sua história, ou melhor, muitas pequenas histórias. Como aquela vez em que ia pela rua e reparei num stand cheio de carros desportivos. Entrei, subi ao segundo andar, escolhi o mais bonito e arranquei pela janela num salto para a rua! Este episódio não fez parte de nenhuma missão e ninguém me sugeriu que o fizesse, simplesmente aconteceu. Quando dois jogadores de GTA se encontram, há sempre histórias diferentes para contar.</p>
<p>As estrelas de GTA IV são a própria cidade e os personagens que a habitam. Liberty City não é o maior mundo virtual que a Rockstar já criou, mas é de longe o mais detalhado. A cidade está viva, e como a sua musa, nunca dorme! Simplesmente passear por Liberty City, visitar os seus pontos de maior interesse e observar como ela se altera com o nascer e o por do Sol ou com as alterações climatéricas, é uma experiência fascinante para os gamers mais atentos. Quem quiser roubar carros, motos ou até helicópteros, vai ter sempre um meio de transporte para percorrer a cidade. Mas também podemos ser mais honestos e apanhar um táxi ou o comboio como qualquer cidadão. Nem sequer falta a habitual conversa de taxista durante o percurso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="gtaiv_3" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/gtaiv_3.jpg" alt="Os transportes públicos são uma boa alternativa." width="500" height="305" /><br />
<em>Os transportes públicos são uma boa alternativa.</em></p>
<p>A cidade está dividida em 3 zonas, ligadas por várias pontes. No início do jogo as pontes encontram-se fechadas devido a ameaças terroristas. Com o desenrolar das missões vamos desbloquear todas as zonas da cidade. O Empire State Building, a Estátua da Liberdade, Central Park e Times Square, está tudo lá, ou pelo menos as versão Rockstariana desses locais. Um pormenor interessante é que mesmo com as pontes fechadas é possível passar para o lado de lá, desde que se iluda a vigilância policial. A perseguição que se segue é suicida, mas é muito melhor do que colocar uma parede de betão intransponível na ponte.</p>
<p>Ao contrário de Paradise City (Burnout Paradise), esta cidade está cheia de habitantes, sempre atarefados nas suas vidas virtuais. Seja a atender num restaurante, a prostituir-se ou simplesmente a dizer barbaridades no meio da rua, cada cidadão parece real e quase único. Estes figurantes são muito importantes para criar a sensação de um mundo credível. Se dermos um encontrão agressivo a um transeunte, nunca sabemos qual vai ser a sua reacção. Pode fugir assustado, partir para violência, ou simplesmente insultar-nos. E esse insulto pode ser em inglês, espanhol, ou até um bem português filho da p$%&amp;!!!!</p>
<p>As personagens que fazem parte do guião de GTA IV são ainda melhores que os figurantes. É incrível como vamos criar relações de amizade, admiração, desprezo, amor e ódio por tantos &#8220;bonecos&#8221; de um simples jogo. Este factor de ligação com as personagens coloca-nos algumas decisões difíceis de tomar durante o jogo. As cenas que antecedem cada missão estão excelentes, com grandes prestações da equipa que fez a animação e dos actores que deram a voz. E claro que o humor da Rockstar está sempre presente.</p>
<p>Apesar da fórmula do jogo ser a mesma de sempre, há um elemento novo: em GTA IV somos quase forçados a ter uma vida social. Quanto mais amigos fazemos, mais eles nos ligam (sim, temos telemóvel) a convidar para ir beber um copo, ver um strip ou jogar bowling. Podemos dizer que não, ou nem sequer atender o telemóvel, e continuar o que estávamos a fazer. Mas essa atitude tem dois inconvenientes: primeiro é realmente útil ter bons amigos no jogo que nos oferecem táxis gratuitos ou armas mais baratas, e em segundo lugar é difícil estar sempre a dar negas a um amigo e não ficar com problemas de consciência. Sim, é só um jogo, mas eles parecem tão reais!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="gtaiv_4" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/gtaiv_4.jpg" alt="Este homem é muito perigoso" width="500" height="278" /><br />
<em>Este homem é muito perigoso</em></p>
<p>Já estão a perceber que GTA IV atinge uma complexidade de emoções e sentimentos pouco comuns num jogo de computador. É um autêntico Second Life, onde temos namoradas, amigos, inimigos e liberdade para viver à nossa maneira. O único senão é que a vida não é fácil em Liberty City, principalmente para um imigrante como Niko. Deixamos então de lado o romance e todo o entretenimento que a cidade nos oferece, e voltamos ao mundo do crime.</p>
<p>Em GTA IV temos o arsenal habitual à nossa disposição. Começamos a lutar com os punhos, e vamos recebendo armas cada vez mais devastadoras ao longo do jogo. Pistola, caçadeira, sniper, granada, Ak-47, etc&#8230; qualquer gamer já as conhece de cor. O famoso &#8220;car jacking&#8221;, ponto central da série GTA, está mais elaborado. O método depende do contexto, e pode implicar partir um vidro, fazer ligação directa, puxar o condutor para fora do veículo ou simplesmente apontar-lhe uma arma e pedir-lhe para sair. O sistema de combate também mudou um pouco, e agora é possível ficar escondido e espreitar para disparar, como em Rainbow Six. Tanto os tiroteios como os combates corpo a corpo são competentes mas podem ainda ser melhorados.</p>
<p>A condução evoluiu, e depois de um período de habituação está mais divertida que nos jogos anteriores. Naturalmente não há marcas de carros reais, mas é fácil de reconhecer um Porsche, um Ferrari e tantos outros automóveis famosos. Se gostarem muito de conduzir a altas velocidades, podem participar em corridas de rua sempre que quiserem. Também podemos pilotar motos, barcos e helicópteros.</p>
<p>Graficamente este é o GTA mais real de sempre, em Full HD. Os tons são mais cinzentos e sombrios, criando por vezes um ambiente muito pesado. Percorremos toda a cidade sem uma única pausa para loading e os detalhes são fantásticos. Os reflexos na estrada quando chove, o fumo que sai dos escapes, a vista aérea de Liberty City&#8230; está tudo perfeito.</p>
<p>A Rockstar sempre deu grande atenção às bandas sonoras de GTA, e este capítulo não foge à regra. As diversas estações de rádio podem ser ouvidas dentro dos carros, mas também em casa, bares, restaurantes, etc&#8230; A selecção musical é vasta e de certeza que há matéria para agradar a gregos e troianos. Também não faltam as estações onde a conversa é o prato forte, e sempre hilariante. Um pormenor interessante é que por vezes ouvimos na rádio comentários relacionados com missões que desempenhámos no dia anterior.</p>
<p>Há outros pormenores que fazem de GTA um mundo cada vez mais complexo. A internet, com web, email e até SPAM! A televisão com vários canais, que vale mesmo a pena ficar a ver durante largos minutos. Os mini-jogos de bowlling e setas. O sistema de GPS. A base de dados da polícia. A lista podia continuar&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-28" title="gtaiv_5" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/gtaiv_5.jpg" alt="Ah... o cheiro de carros da polícia a arder pela manhã" width="500" height="313" /><br />
<em>Ah&#8230; o cheiro de carros da polícia a arder pela manhã.</em></p>
<p>Como se não bastassem as horas intermináveis que podemos passar a jogar GTA IV em modo singleplayer, ainda temos o multiplayer online. São vários modos de jogo para jogar com amigos através da internet, com destaque para o &#8220;polícias e ladrões&#8221;. Recordando as brincadeiras de infância, os jogadores dividem-se 2 grupos. Os ladrões têm que garantir que o seu líder chega a um determinado ponto do mapa para fugir. Os polícias têm que o impedir de lá chegar. O resultado são perseguições intensas e algumas histórias bem engraçadas.</p>
<p>Apesar de ter recebido muitas pontuações máximas, GTA IV não é perfeito. Há alturas em que todo o amor que sentimos por este jogo se transforma em ódio mortal. O problema é a ausência de checkpoints durante as missões. Principalmente naquelas missões que consistem numa primeira parte longa e aborrecida (seguir alguém pela cidade) e uma segunda parte intensa e difícil (matar, roubar, fugir). O resultado é que cada vez que não conseguirmos terminar a missão, somos forçados a repetir tudo de novo, e ao fim de duas ou três tentativas começamos a arrancar cabelos. Um simples checkpoint no meio da missão resolvia a questão e evitava alguns comandos partidos.</p>
<p>Outro pormenor irritante são as árvores. Parece que a mãe natureza criou os obstáculos mais implacáveis de Liberty City. Ao contrário dos postes, que caem ao mínimo toque, as árvores permanecem de pé aconteça o que acontecer. Atirem um camião TIR contra uma árvore, e nem uma folhinha se mexe. É verdade que é apenas um pormenor, mas é à custa de muitos pormenores bem realizados que GTA IV consegue a sua genialidade, e este falhou.</p>
<p>Agora que já fiz o meu trabalho e encontrei algo para criticar em GTA IV, resta dizer que este jogo é fabuloso e que qualquer gamer que se preze está obrigado a mergulhar de cabeça no mundo que a RockStar criou para nós.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.jogosps3.com/loja/Top-Jogos-PS3/gtaiv">Comprar o GTA IV no eBay</a></strong></p>
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		<title>Lost Planet: Extreme Condition</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 13:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acção]]></category>
		<category><![CDATA[Lost Planet: Extreme Condition]]></category>

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		<description><![CDATA[Lost Planet é um jogo de acção da CAPCOM e tem bastante em comum com o excelente Devil May Cry 4. Logo para começar temos a instalação no disco rigido, e desta vez demora 13 minutos e não oferece nada para ajudar a passar o tempo. A boa notícia é que durante o jogo não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Lost Planet é um jogo de acção da CAPCOM e tem bastante em comum com o excelente Devil May Cry 4. Logo para começar temos a instalação no disco rigido, e desta vez demora 13 minutos e não oferece nada para ajudar a passar o tempo. A boa notícia é que durante o jogo não há loadings. Assim vale a pena instalar os jogos.</p>
<p>A história de Lost Planet não é das melhores. Num futuro distante a humanidade começou a colonizar outros planetas, mas nem tudo está a correr bem. Num planeta gelado existe uma espécie alienígena de insectos gigantes (os Akrid) que estão a resistir. Os aliens têm uma enorme fonte de energia dentro deles, e os humanos adoram fontes de energia. Portanto decidiram construir armas capazes de derrotar os Akrid e roubar-lhes a energia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-7 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="lostplanet_2" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/lostplanet_2.jpg" alt="Neste planeta está sempre a nevar." width="500" height="281" /><br />
<em>Neste planeta está sempre a nevar.</em></p>
<p>Jogamos na pele de Wayne, um soldado que assiste à morte do pai numa batalha com o poderoso Green Eye, logo no início do jogo. Nessa altura só podemos fugir, mas a vingança serve-se fria. Depois disso a história deixa de fazer qualquer sentido e as longas cenas intermédias são um desperdício de tempo. Felizmente não é preciso uma boa história para apreciar um jogo de acção.</p>
<p><span id="more-6"></span></p>
<p>O sub-título de Lost Planet é Extreme Condition devido ao clima rigoroso do planeta. As paisagens gélidas fazem lembar um certo episódio de Star Wars, e os tiroteios com os aliens têm algo de Starship Troopers. Depois há a minhoca gigante claramente retirada de Dune, e os mechs que usamos também já foram vistos em alguns filmes. Os Akrid surgem em todos os tamanhos e feitios. Temos Akrid pequenos, voadores, enormes e assustadores. Mas estas criaturas não são os nossos únicos inimigos, o planeta também é habitado por piratas da neve. Sim, piratas, humanos que foram abandonados há muitos anos e que agora se divertem a disparar contra nós. Quando tudo se combina, o resultado são algumas batalhas muito intensas.</p>
<p>Para combater os Akrid, os humanos desenvolveram os Vital Suits. Os VTs são mechs com armas capazes de causar muita destruição. Alguns saltam, outros transformam-se em motas e outros conseguem voar. Ao longo do jogo temos oportunidade de lutar dentro de todos, e contra todos. As enormes armas que estão acopladas aos VTs podem ser desmontadas e usadas nas nossas mãos, aumentando ainda mais o arsenal à nossa disposição.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-8 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="lostplanet_3" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/lostplanet_3.jpg" alt="O ponto fraco é óbvio." width="500" height="281" /><br />
<em>O ponto fraco é óbvio.</em></p>
<p>O jogo decorre na terceira-pessoa por defeito, mas podemos mudar para uma visão na primeira-pessoa. No entanto o jogo volta automáticamente à visão original, portanto não vale a pena mudar. Quando andamos a pé com neve até aos joelhos os movimentos ficam complicados. De facto, Wayne não é mesmo nada ágil, e ficamos sempre com a sensação que nos deviamos mover melhor e mais depressa.</p>
<p>O sistema de controlo exige algum tempo de aprendizagem, e alguma coisas nunca funcionam como deviam. Por exemplo, se quisermos disparar para cima, o jogo não nos deixa e temos que recuar para conseguir o ângulo certo. Com tantas criaturas voadoras a atacar do céu, a situação complica-se! Há 3 configurações possíveis para o comando, mas todas exigem treino e adaptação. Por vezes temos que martelar os botões para executar acções como escavar, ejectar ou activar objectos.</p>
<p>A energia térmica é vital, e sem ela morremos congelados em poucos minutos. O problema é que para ter energia temos que estar continuamente a matar aliens. Esta energia também nos protege dos ataques, mas cada golpe consome energia. Mesmo se não formos atingidos a energia está sempre a desaparecer, portanto se quisermos sobreviver somos forçados a matar, matar e matar mais um bocado. Esta ideia é muito interessante, mas não faz sentido que a energia se gaste mesmo quando estamos dentro de edificios ou até ao lado de um poço de lava. O resultado é um jogo de acção constante, onde parar um pouco para ver o cenário é equivalente a morrer.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-9 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="lostplanet_4" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/lostplanet_4.jpg" alt="Corta-lhe as pernas, e elas crescem de novo!" width="500" height="281" /><br />
<em>Corta-lhe as pernas, e elas crescem de novo!</em></p>
<p>Apenas podemos transportar 2 armas, além das granadas. Há tantas armas interessantes que se torna difícil deixar algumas para trás. As armas maiores são muito poderosas mas limitam ainda mais os nossos movimentos. Podemos destruir partes do cenário, incluindo quase todos os objectos que são utilizados como cobertura. Tudo o que explode liberta energia, como em Devil May Cry 4.</p>
<p>Em Lost Planet temos muita liberdade de acção. Este mundo é suficientemente grande para dar a ilusão de que podemos ir onde quisermos, e há várias maneiras de atacar cada nível. Há muitos checkpoints, portanto nunca temos que repetir grandes secções do jogo. Cada capítulo coloca uma série de inimigos no nosso caminho, que podemos desafiar ou simplesmente evitar, e um boss final que temos mesmo de destruir.</p>
<p>Na maioria dos casos temos de eliminar a fonte dos aliens, senão eles continuam a nascer para sempre. Quando estamos perante piratas isto não acontece, mas a inteligência artificial melhora consideravelmente. Quando se juntam todos na mesma cena, acontecem batalhas épicas. O jogo não é fácil e por vezes as batalhas finais são frustrantes. Há ainda criaturas tão gigantescas, que tentar mata-las não é sequer uma opção.</p>
<p>Lost Planet é um jogo com um aspecto muito bom, lindas paisagens de gelo e cenários excitantes. As explosões e efeitos de fumo são excelentes, o rockets deixam um rasto magnifico e os barris explodem levando consigo muitos inimigos. Apesar dos gráficos serem completamente &#8220;next-gen&#8221;, os menus parecem saidos dos anos 90. Os efeitos sonoros são bons e maus. Algumas armas soam exactamente como era suposto e os mechs fazem ruidos interessantes. Mas também podemos encontrar metralhadoras que mais parecem brinquedos a disparar. A música cumpre o seu papel e mantém-nos sempre alerta.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-10 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="lostplanet_5" src="http://www.jogosps3.com/wp-content/uploads/2008/08/lostplanet_5.jpg" alt="Os efeitos de fumo são fantásticos." width="500" height="281" /><br />
<em>Os efeitos de fumo são fantásticos.</em></p>
<p>Quando estivermos fartos de jogar sozinhos, podemos entrar no modo online com 16 jogadores. Existem 4 modos de jogo: Elimination, Team Elimination, Post Grab e Fugitive. Nada de novo, além dos nomes. Há 16 mapas diferentes que proporcionam muitas horas de jogos multi-player. Apesar de não haver lag, há outros jogos na PS3 com batalhas online mais divertidas. Lost Planet é um shooter sólido, com bons gráficos e uma história absurda. Se gostas de mechs, grandes armas, aliens assustadores e muitas explosões, este jogo é para ti.</p>
<p><strong>7</strong></p>
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