Ao quarto episódio, Call of Duty abandonou o tema já muito explorado da 2ª guerra mundial e entrou na era moderna. O tema não podia deixar de ser o terrorismo internacional, com uma história repartida entre o médio oriente e a Russia.

Nem vais saber o que te atingiu…
Há muitos anos, joguei um jogo no saudoso Amiga que afirmava categoricamente “war has never been so much fun“. Neste momento o Call of Duty 4: Modern Warfare pode gabar-se do mesmo.
Ao longo do jogo controlamos soldados dos Marines americanos e das SAS britânicas. Quem já jogou Call of Duty não vai ter nenhuma dificuldade em entrar no jogo, para os outros há uma pequena missão de treino que ensina os comandos básicos.
A primeira missão a sério desenrola-se em alto mar e é relativamente fácil, mas termina num corrida dramática contra o tempo que dá o mote para o que nos espera. Segue-se o fabuloso genérico onde ficamos a conhecer Al-Asad, o líder dos terroristas, através dos olhos do presidente assassinado. É a primeira de várias mortes que vamos testemunhar com grande detalhe.
A partir daqui não há mais dúvidas, estamos em guerra e temos que lutar pela nossa vida a cada instante. Os soldados que nos acompanham têm vida própria e conseguem ser incrivelmente reais. Não precisamos de lhes dar ordens, eles sabem melhor que nós o que devem fazer. É impossível não criar uma ligação emocional com alguns deles.
A inteligência artificial, tanto dos nossos companheiros como dos inimigos, é extremamente credível. Quase que podemos seguir o desenrolar dos acontecimentos, sem intervir na acção, limitando-nos a não morrer. Um dos desafios do jogo é mesmo conseguir distinguir os bons dos maus. Por vezes torna-se complicado, mas não consideramos isso um problema do jogo. É que num cenário de guerra como aqueles que o jogo retrata, nem sempre será fácil perceber em fracções de segundo quem está a disparar a nosso favor e quem dispara contra nós. “O fogo amigo não existe”, é uma das lições de Call of Duty.
Em Call of Duty 4 não existe nenhuma barra indicadora da nossa vida. Quando somos atingidos o ecrã começa a ficar vermelho até um ponto critico em que percebemos que estamos quase a morrer. Se evitarmos ser atingidos durante algum tempo, recuperamos e ficamos como novos. Assim podemos estar sempre de olhos postos na acção. Mas não julguem que qualquer esconderijo serve para fugir do fogo inimigo. De um modo muito realista, as superfícies mais frágeis podem ser destruídas ou atravessadas pelas balas.

O modo online de Call of Duty 4 é viciante.
Apesar dos terroristas disporem de um vasto arsenal, as granadas são responsáveis pela grande maioria das nossas mortes. Existe um indicador de granada, e temos a opção de fugir ou até de pegar na granada e envia-la de volta ao remetente. Mas nem sempre nos apercebemos do perigo a tempo e muitas vezes não temos o sangue frio para resolver a situação da melhor maneira. E quando uma granada rebenta mesmo ao nosso lado, já éramos.
Temos imensas armas à nossa disposição. Entre as que nos são fornecidas, as que os outros soldados largam quando morrem e algumas que simplesmente se encontram estrategicamente abandonadas, há de tudo. No entanto só podemos carregar duas de cada vez, além das granadas e explosivos. Normalmente as nossas armas são superiores às do inimigo e não há razão para trocar, a não ser que as munições acabem. Nesses momentos qualquer arma serve para nos salvar a pele.
Mas nem todos os inimigos estão armados em Modern Warfare. No calor da batalha, o som de cães a ladrar pode ser mais aterrador do que qualquer outro. Estes animais são rápidos e mortais, e temos que saber reagir com precisão no momento exacto se não queremos acabar como comida de cão.
Os veículos marcam presença com alguma frequência. Encontramos tanques, helicópteros, carrinhas, etc… mas nunca conduzimos. Na melhor das hipóteses deixam-nos controlar uma arma fixa. Há ainda um mini-jogo em que vemos a batalha a partir do ar e controlamos as armas de um bombardeiro. É como se fosse-mos Deus a disparar raios sobre os pobres mortais que não podem fazer nada para evitar a morte certa. É a missão mais fácil do jogo, mas também uma das mais divertidas.
Apesar de ser curto o jogo oferece uma variedade de desafios considerável. Há missões que fazem lembrar o ambiente de guerrilha do fabuloso Black Hawk Down, enquanto noutras somos assassinos invisíveis. Há pormenores deliciosos, como por exemplo quando um soldado foi atingido mortalmente mas ainda consegue num último esforço pegar na pistola e levar 2 inimigos com ele.
Ao longo da história há vários acontecimentos dramáticos que não vamos revelar, dignos de um filme de acção de Hollywood. Ao contrário de muitos jogos que acabam já a pensar na sequela, o enredo de Call of Duty 4 tem principio, meio e fim. O jogo termina em grande, com uma das melhores perseguições de sempre, seguida de uma última batalha.
Depois de completarmos todas as missões, é desbloqueado o modo arcade. São as mesmas missões mas com um número limitado de vidas e o objectivo é somar o máximo de pontos. No fundo é mais do mesmo e não justifica por si só uma segunda volta.

A guerra virtual nunca foi tão real.
Mas a verdadeira longevidade do jogo está no modo online. Quando entramos num jogo online pela primeira vez não temos direito a quase nada. Modos de jogo, armas, perks, tudo tem que ser conquistado com a experiência e o sangue dos outros jogadores. Uma boa arma, com vários acessórios, pode demorar muitas horas de jogo a conseguir. Enquanto não desenvolverem a vossa, estejam atentos, podem encontrar algumas preciosidades entre os cadáveres.
Os perks são habilidades especiais, como vida extra, invisibilidade no radar ou largar uma granada quando morremos. Cada jogador pode escolher um conjunto de armas, perks e camuflagem que formam uma classe única. Ou simplesmente escolher uma das classes pré-definidas.
Os 16 mapas são excelentes e oferecem uma experiência multiplayer completa. Começamos com os tradicionais modos deathmatch e team deathmatch, e vamos desbloqueando cada vez mais tipos de jogo como Domination, Headquarters e Sabotage. É garantido que os adversários nos modos mais avançados são jogadores com experiência e estão bem armados.
Com capacidade para 18 jogadores, lag inexistente e uma evolução constante, o modo online de Call of Duty 4 está entre os melhores de sempre. Depois de uma campanha curta de 7 ou 8 horas, o vicio do multiplayer agarra-nos à PlayStation durante muito mais tempo.
Para os apreciadores de First Person Shooters, Resistance era o melhor jogo na PlayStation desde o seu lançamento. A Infinity Ward ocupa agora esse lugar com Call of Duty 4.
10
Ganda jogo!! Nau consigo sair da frente da tv quando tou a jogar online!… Simplesmente magnifico!
[...] mais hardcore que passam horas a batalhar uns contra os outros em guerras online. Neste momento o Call of Duty 4 é o jogo com mais sucesso online, mas SOCOM tem fortes argumentos para conquistar uma fatia destes [...]
[...] 2007, Call of Duty 4: Modern Warfare rompeu com a tradição da série e afastou-se radicalmente do cenário da 2ª Guerra Mundial. O [...]
[...] e mesmo com as suas limitações, é o melhor FPS de sempre para a PlayStation 3. O excelente Call of Duty 4 foi finalmente superado, e por isso Killzone 2 merece a nota [...]
JOGO ESSE JOGO TENHO EXPERIENCIA,CUIDADO COMIGO! SEMPRE ESTOU NO FREE-FOR-ALL =TODOS CONTRA TODOS , OU NO TEAM DEATHMATCH =COMBATE A MORTE POR EQUIPES!
e um jogo massa ?
Cara vou lhes dizer uma coisa call of duty é o melhor jogo de ação para se jogar em lan ou em ksa mesmo eu em particular gosto de jogar em times pois a maneira de armar uma emboscada e ajudar um amigo quando a caba as bals é fds mais free for all tmb é muito legal eu gosto da fase dos conteinners é muito style é só o cara te sabgue friu e n fica parado sempre no mesmo lugar eu jogo sempre com a primeira arma do change acass eu fui upando ela e agora ela tah totalmente foda sab a faze do navio poisé eu matei um cara da cabine do comandante até na outra cabine isso com a mira a leser meu muito pró style mais voltando a faze dos conteinners eu gosto de jogar de 12 com o batuco embaixo da arma é só vc i estorando os caras e deu pras bolas é muito facil e vc pode atiar nos conteinner q ( aquels q vc pode entrar dentro ) q a bala passa e em qualquer outra superfície fragil dos outros senários assim como portas janelas etc… poisé galera eu vou me despidindo agora pq bateu uma vonta de de joga call e eu to vazando mais quero dizer q antes de jogar call eu era viciado em Warcraft – DOTA e ainda sou u.u eu jogo d + dota e call ^^ vlw’s fui’s té mais galera valewwww.
CAll Não é um jogo é uma VIDA !
Valeu a pena dar os 69.90 EUR… É só o que tenho a dizer!
Espero encontrar alguns de vós Online!
Bom Ano de 2010com muitas batalhas virtuais claro.
E o Modern Warefare2!!! Uiiii
Ui Call Of Duty Modern Warfare 2 é que é um game… eu so jogo no free for all, chamo me XxElMatadorX
Se algum de vcs ja me viu escreva alguma coisa